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Casa da Moeda dos EUA lança moeda de US$ 1 com rosto de Donald Trump

A nova moeda de US$ 1 celebra os 250 anos da independência americana, mas gera polêmica por retratar um presidente vivo e romper tradições nacionais.

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Foto: Axios - Main
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02/09 às 12:02, atualizado 15:45

Pontos principais

  • A moeda de US$ 1 com a efígie de Donald Trump é a primeira em circulação nos EUA a retratar um presidente vivo.
  • A emissão faz parte das celebrações pelos 250 anos da independência dos Estados Unidos.
  • A iniciativa gerou críticas de parlamentares de ambos os partidos por ser vista como promoção pessoal.
  • Especialistas apontam que a peça desafia leis e tradições de longa data que impedem a representação de pessoas vivas em moedas.
  • O site da Casa da Moeda registrou lentidão devido à alta demanda durante o início das vendas nesta quarta-feira.
  • As moedas são vendidas em rolos de 25 unidades por US$ 61 e sacos de 100 por US$ 154,50.
  • Embora possuam valor de face de US$ 1 e sejam moeda corrente legal, empresas privadas podem recusar o pagamento com as peças.

A Casa da Moeda dos Estados Unidos iniciou nesta quarta-feira a venda de uma nova moeda de US$ 1 que traz o rosto do presidente Donald Trump. A peça, que possui acabamento dourado, foi lançada como parte das comemorações dos 250 anos da independência americana. O lançamento causou instabilidade no site oficial do órgão devido ao alto volume de acessos. A iniciativa marca uma ruptura significativa com a tradição e as normas legais que historicamente evitam retratar figuras vivas em moeda corrente, gerando controvérsia no Congresso sobre o uso de marcos históricos para promoção pessoal.

Embora sejam comercializadas como itens de colecionador, as moedas possuem valor de face de US$ 1 e são tecnicamente consideradas moeda corrente legal. Contudo, especialistas alertam que o uso prático no comércio pode ser limitado, uma vez que empresas privadas nos Estados Unidos mantêm o direito legal de recusar formas específicas de pagamento. O Departamento do Tesouro defende a legalidade do design sob o argumento de que a emissão celebra o sesquicentenário do país, enquanto analistas observam o episódio como um reflexo da postura da atual gestão em consolidar a marca do presidente em objetos oficiais do Estado.

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