Entregadores realizam protesto por melhores condições de trabalho
Categoria reivindica taxa mínima de R$ 10 e mudanças em projeto de lei, enquanto acusa empresas de tentarem desmobilizar o movimento com bônus.
Pontos principais
- Entregadores realizaram o 'breque dos apps' nesta terça-feira (1º).
- A categoria exige uma taxa mínima de R$ 10 para entregas de até 4 km.
- Manifestantes protestam contra o programa Mais Entregas do iFood.
- Há críticas ao projeto de lei 152 de 2025, com pedidos de alterações.
- Entregadores acusam Keeta e 99Food de oferecerem bônus para esvaziar o ato.
Entregadores de aplicativos realizaram nesta terça-feira (1º) uma paralisação nacional, conhecida como 'breque dos apps', para pressionar por melhores condições de trabalho. A pauta central da categoria inclui a implementação de uma taxa mínima de R$ 10 para corridas de até 4 km e críticas diretas ao programa Mais Entregas, do iFood. Além das demandas operacionais, os manifestantes pedem alterações no projeto de lei 152 de 2025, que tramita atualmente. Durante o ato, lideranças do movimento acusaram as empresas Keeta e 99Food de utilizarem estratégias de incentivo financeiro, oferecendo bônus extras aos trabalhadores, como forma de desmobilizar a adesão ao protesto. A mobilização reflete a crescente tensão entre entregadores e plataformas sobre a regulação do setor e a remuneração por serviço prestado.
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