Tesouro dos EUA nega credenciamento de jornalistas para reunião do G20
O Departamento do Tesouro dos EUA restringiu o acesso de repórteres de grandes veículos internacionais à reunião ministerial do G20 na Carolina do Norte.
Pontos principais
- Jornalistas do The New York Times e The Wall Street Journal tiveram suas credenciais negadas pelo Tesouro americano.
- A restrição também atingiu profissionais baseados na França, Itália, Japão e China.
- Representantes da imprensa classificaram a medida como um ataque ao jornalismo independente e uma tentativa de evitar escrutínio.
- O Departamento do Tesouro justificou a decisão afirmando que a cobertura não deve priorizar o sensacionalismo.
- O governo dos EUA informou que cerca de 300 representantes da imprensa foram devidamente credenciados para o evento.
O Departamento do Tesouro dos Estados Unidos gerou controvérsia ao negar o credenciamento de diversos jornalistas para a reunião de ministros do G20, realizada na Carolina do Norte. A decisão afetou profissionais de veículos de renome global, incluindo o The New York Times e o The Wall Street Journal, além de repórteres de países como França, Itália, Japão e China. A medida foi duramente criticada por organizações de mídia, que apontaram a exclusão como uma ameaça à liberdade de imprensa e uma estratégia para limitar o escrutínio público sobre as negociações do grupo.
Em resposta às críticas, o Tesouro dos EUA defendeu a restrição argumentando que a cobertura do evento não deve ser pautada pelo sensacionalismo. Segundo o órgão, o processo de seleção permitiu a entrada de quase 300 profissionais de imprensa, mantendo o evento aberto a uma parcela significativa dos veículos interessados.
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