Setores logístico e aquaviário questionam dragagem do rio Tapajós
Empresas manifestam preocupação com a infraestrutura do rio Tapajós diante dos riscos de seca severa causados pelo El Niño no ciclo 2026-2027.
Pontos principais
- Empresas de logística de grãos e transporte aquaviário cobram esclarecimentos da Antaq e do governo federal.
- O foco das críticas recai sobre o planejamento e a execução da dragagem no rio Tapajós.
- O setor teme que o fenômeno El Niño prejudique a navegabilidade e o escoamento de cargas na região amazônica.
- A preocupação central é garantir a viabilidade operacional para o ciclo logístico de 2026 e 2027.
Representantes dos setores aquaviário e de logística de grãos enviaram questionamentos à Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq) e ao governo federal sobre a estratégia de dragagem do rio Tapajós. O setor alerta para a vulnerabilidade das rotas de escoamento diante das previsões de seca severa associadas ao fenômeno El Niño. A preocupação é que a falta de profundidade adequada nos canais de navegação comprometa o transporte de cargas, impactando diretamente a eficiência logística na região amazônica durante o ciclo 2026-2027. A demanda por maior transparência e planejamento nas obras de manutenção hidroviária reflete o temor de prejuízos econômicos significativos caso as condições climáticas adversas se confirmem. Até o momento, as empresas buscam garantias de que as intervenções necessárias serão realizadas para manter a navegabilidade do rio e evitar gargalos no escoamento da produção agrícola nacional.
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