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Juiz dos EUA declara falso registro usado para prisão de Filipe Martins

Magistrado americano questiona documento de imigração que embasou a prisão de Filipe Martins em 2024 e exige esclarecimentos do governo dos EUA.

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Foto: InfoMoney
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31/08 às 12:32

Pontos principais

  • O juiz federal Gregory A. Presnell afirmou que o registro de imigração utilizado para justificar a prisão de Martins é falso.
  • A decisão ocorreu em um processo movido pela defesa de Martins contra órgãos americanos sob a Lei de Liberdade de Informação.
  • O magistrado negou o pedido do governo dos EUA para encerrar a ação e exigiu a entrega de documentos sob sigilo.
  • Filipe Martins foi condenado pelo STF a 21 anos de prisão em dezembro de 2025 e teve nova preventiva decretada em janeiro de 2026.

O juiz federal americano Gregory A. Presnell declarou que o registro de imigração utilizado para embasar a prisão de Filipe Martins em 2024 é falso. A declaração foi feita durante uma audiência em março, no âmbito de um processo movido pela defesa de Martins contra órgãos dos Estados Unidos com base na Lei de Liberdade de Informação (Foia). O magistrado exigiu que o governo americano apresente documentos que esclareçam como a informação foi inserida nos sistemas oficiais e quem foi o responsável pelo registro. O juiz negou o pedido do governo para encerrar o caso e determinou a entrega de provas sob sigilo para análise judicial. O episódio ganha relevância diante do cenário jurídico brasileiro, visto que Martins foi condenado pelo STF a 21 anos de prisão em dezembro de 2025, com uma nova ordem de prisão preventiva expedida em janeiro de 2026.

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