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Mortes por deslizamentos no Nepal e China chegam a 919

O governo nepalês estima custo de US$ 5 bilhões para reconstrução após desastre que deixou 919 mortos e 4.793 desaparecidos na fronteira com a China.

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Foto: Folha de São Paulo - Mundo
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31/08 às 03:15, atualizado 09:16

Pontos principais

  • O número de mortes confirmadas atingiu 919, sendo 903 no Nepal e 16 na China.
  • Autoridades ainda buscam por 4.793 pessoas desaparecidas na região.
  • O desastre foi causado pelo colapso parcial de uma geleira, gerando deslizamentos e inundações.
  • O governo do Nepal iniciou sepultamentos coletivos com coleta de DNA para identificação posterior.
  • O custo estimado para a reconstrução das áreas atingidas é de US$ 5 bilhões.
  • Equipes de resgate internacionais auxiliam nas buscas em áreas remotas sob risco de novas inundações.

O desastre natural na fronteira entre o Nepal e a China, iniciado em 26 de agosto de 2026, já contabiliza 919 mortes confirmadas e 4.793 desaparecidos. A tragédia foi desencadeada pelo colapso parcial de uma geleira no Himalaia, que provocou uma onda de detritos e inundações, destruindo vilarejos e infraestruturas locais. Diante da escala do evento, o governo nepalês deu início a sepultamentos coletivos e provisórios, utilizando amostras de DNA para viabilizar a identificação futura dos corpos, medida necessária devido ao avançado estado de decomposição das vítimas.

O governo do Nepal estima que o custo para a reconstrução das áreas devastadas chegue a US$ 5 bilhões, valor considerado inferior aos US$ 9 bilhões gastos após o terremoto de 2015. O primeiro-ministro Balendra Shah classificou a situação como um desastre desolador, enquanto equipes de resgate de diversos países trabalham em conjunto para localizar sobreviventes em zonas remotas. As operações seguem em ritmo lento devido aos riscos de novos deslizamentos e à formação de lagos instáveis, que dificultam o acesso às áreas mais isoladas da cordilheira.

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