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Trump anuncia acordo para controle de 65 bilhões de barris na Venezuela

O presidente Donald Trump afirmou que os EUA garantiram o controle majoritário de 65 bilhões de barris de petróleo venezuelano para reduzir preços internos.

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Foto: Politico White House
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28/08 às 20:15 · atualizado 21:01

Pontos principais

  • O anúncio foi feito por Donald Trump na rede social Truth Social nesta sexta-feira, 28 de agosto de 2026.
  • O acordo prevê o controle majoritário sobre 65 bilhões de barris de reservas comprovadas de petróleo na Venezuela.
  • A negociação foi conduzida pelo Secretário de Estado Marco Rubio e pelo Secretário de Defesa Pete Hegseth.
  • A contraparte venezuelana no acordo é a presidente interina Delcy Rodríguez, que assumiu após a destituição de Nicolás Maduro.
  • O governo dos EUA estima que a medida dobrará as reservas petrolíferas americanas sem custos aos contribuintes.
  • O objetivo central da iniciativa é aumentar a oferta de energia e reduzir a pressão sobre os preços da gasolina no mercado americano.
  • O governo de Caracas, até o momento, não emitiu uma confirmação oficial sobre os termos da negociação mencionada por Trump.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou nesta sexta-feira, 28 de agosto de 2026, a celebração de um acordo estratégico com a Venezuela que garante ao governo americano o controle majoritário sobre 65 bilhões de barris de reservas de petróleo. Segundo o mandatário, a transação representa o maior acordo petrolífero da história e visa fortalecer a segurança energética do país, dobrando as reservas nacionais sem gerar custos adicionais aos contribuintes americanos. A articulação do pacto foi liderada pelo Secretário de Estado, Marco Rubio, e pelo Secretário de Defesa, Pete Hegseth, em conjunto com a presidente interina da Venezuela, Delcy Rodríguez. A mudança na gestão dos recursos energéticos venezuelanos ocorre após a destituição de Nicolás Maduro em janeiro de 2026 e a subsequente mudança de postura do governo de Caracas em relação a Washington. A iniciativa é vista como uma resposta direta à necessidade de estabilizar os preços dos combustíveis nos Estados Unidos, que enfrentam pressão inflacionária agravada pelo conflito em curso com o Irã. Embora o governo americano trate o acordo como um passo definitivo para a independência energética, detalhes sobre a estrutura financeira da operação e o papel de empresas privadas envolvidas ainda não foram divulgados pela Casa Branca. Paralelamente, o anúncio gerou incertezas no cenário internacional, uma vez que o governo venezuelano ainda não confirmou oficialmente os termos da negociação citada por Trump. A medida marca um novo capítulo na política externa dos EUA para a América Latina, focada na exploração de ativos estratégicos em um contexto de alta volatilidade nos mercados globais de commodities.

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