Paquistão mantém comércio com Irã apesar de pressão dos EUA
O governo paquistanês reafirmou laços comerciais com o Irã, ignorando alertas de sanções dos EUA enquanto negocia financiamento com Washington.
Pontos principais
- O Paquistão declarou que apenas acatará sanções contra o Irã se forem impostas pela ONU.
- Os dois países possuem planos para elevar o comércio bilateral para US$ 10 bilhões.
- O governo paquistanês busca um empréstimo de US$ 10 bilhões junto aos Estados Unidos.
- A decisão reflete a tentativa do Paquistão de equilibrar relações diplomáticas no Oriente Médio.
O governo do Paquistão anunciou que manterá suas relações comerciais com o Irã, desafiando alertas da administração Trump sobre possíveis sanções econômicas. Autoridades paquistanesas enfatizaram que o país não se sente obrigado a seguir restrições unilaterais que não tenham o respaldo das Nações Unidas. O plano bilateral entre Islamabad e Teerã visa expandir o volume de trocas comerciais para US$ 10 bilhões, consolidando um acordo de livre-comércio estratégico para a região. A postura diplomática ocorre em um momento delicado, no qual o Paquistão tenta equilibrar suas alianças no Oriente Médio. Paralelamente, o país solicitou uma linha de financiamento de US$ 10 bilhões aos Estados Unidos, na expectativa de fortalecer os laços econômicos com a gestão do presidente Donald Trump. A decisão coloca o Paquistão em uma posição de desafio direto à política externa americana, testando a viabilidade de manter parcerias simultâneas com nações rivais.
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