CNI alerta que fim da taxa das blusinhas ameaça 109 mil empregos
A CNI defende a manutenção da taxa sobre importações, argumentando que a extinção da alíquota coloca em risco milhares de postos de trabalho.
Pontos principais
- A Confederação Nacional da Indústria (CNI) manifestou oposição ao fim da taxa das blusinhas.
- A entidade estima que a medida pode comprometer 109 mil empregos no setor produtivo nacional.
- O setor industrial argumenta que a alíquota é essencial para a proteção da competitividade da indústria brasileira.
A Confederação Nacional da Indústria (CNI) divulgou uma nota oficial posicionando-se contrária ao fim da taxa sobre importações de pequeno valor, popularmente conhecida como "taxa das blusinhas". Segundo a entidade, a extinção da alíquota representa um risco direto à manutenção de 109 mil empregos em diversos segmentos da indústria nacional. O setor argumenta que a desoneração de produtos estrangeiros prejudica a competitividade das empresas brasileiras, que enfrentam custos de produção mais elevados em comparação aos concorrentes internacionais. A CNI sustenta que a manutenção da cobrança é fundamental para preservar o mercado interno e garantir a sustentabilidade dos postos de trabalho no país. O debate ganha relevância em um cenário onde o governo busca equilibrar a arrecadação fiscal com as pressões de diferentes setores da economia sobre a política de importações.
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