Romeu Zema reafirma oposição à obrigatoriedade da vacinação
Em sabatina no Jornal Nacional, o candidato à Presidência classificou a exigência de imunização como antidemocrática.
Pontos principais
- Romeu Zema declarou ser contrário à obrigatoriedade da vacinação no Brasil.
- O candidato afirmou que possui o esquema vacinal completo e confia na ciência.
- Zema defende que a vacinação não deve ser imposta pelo Estado, evitando a perseguição de famílias.
- O político relembrou sua gestão em Minas Gerais, onde recomendou a vacinação infantil sem torná-la obrigatória.
Durante sabatina realizada no Jornal Nacional na segunda-feira (24), o candidato à Presidência Romeu Zema reafirmou seu posicionamento contrário à obrigatoriedade da vacinação no Brasil. Embora tenha reforçado que mantém seu próprio esquema vacinal em dia e que acredita na ciência, Zema classificou a imposição da medida como um ato antidemocrático. O candidato argumentou que, embora tenha incentivado a imunização de crianças durante sua gestão em Minas Gerais, o Estado não deve perseguir famílias que optem por não vacinar seus integrantes. O debate traz à tona a tensão entre políticas públicas de saúde e a autonomia individual, tema recorrente nas discussões sobre o papel do governo na gestão sanitária do país. Na mesma entrevista, o candidato abordou outros tópicos do cenário político nacional.
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