PF investiga irregularidades em previdência de Campo Grande
Operação Presciência apura suspeitas de corrupção e gestão temerária em investimentos de R$ 1,2 milhão feitos pelo instituto municipal.
Pontos principais
- A Polícia Federal deflagrou a Operação Presciência para investigar o Instituto Municipal de Previdência de Campo Grande (MS).
- A investigação foca em investimentos de R$ 1,2 milhão realizados pelo instituto em letras financeiras do Banco Master.
- Foram cumpridos seis mandados de busca e apreensão e autorizada a quebra de sigilos bancário e fiscal dos envolvidos.
- O caso apura possíveis crimes de gestão temerária, corrupção ativa e passiva.
- A operação teve origem em um relatório técnico do Ministério da Previdência Social.
A Polícia Federal deflagrou nesta terça-feira (25) a Operação Presciência, com o objetivo de investigar possíveis irregularidades na gestão de recursos do Instituto Municipal de Previdência de Campo Grande, em Mato Grosso do Sul. A ação apura suspeitas de corrupção ativa e passiva, além de gestão temerária, relacionadas à aplicação de R$ 1,2 milhão em letras financeiras emitidas pelo Banco Master. Para aprofundar as investigações, a Justiça autorizou o cumprimento de seis mandados de busca e apreensão, bem como o afastamento dos sigilos bancário e fiscal dos investigados.
O inquérito foi instaurado a partir de um relatório produzido pelo Ministério da Previdência Social, que apontou inconsistências nos investimentos realizados pela autarquia. A operação busca esclarecer se houve favorecimento ou má conduta na escolha dos ativos financeiros que compõem a carteira do instituto. Até o momento, as autoridades seguem analisando os documentos e dados apreendidos para determinar a extensão das irregularidades e identificar os responsáveis pela decisão de alocação dos recursos previdenciários.
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