Puma usa resistência de camisa do Bahia para rebater críticas da Copa
Após falhas de durabilidade na Copa de 2026, a Puma destacou a resistência de seus uniformes após episódio em clássico baiano.
Pontos principais
- O zagueiro Cacá e o atacante Marinho, do Vitória, tentaram rasgar a camisa de Jean Lucas, do Bahia, sem sucesso.
- O incidente ocorreu durante a comemoração de um gol no clássico Ba-Vi.
- A Puma utilizou o episódio nas redes sociais para promover a qualidade de seus materiais.
- A marca enfrentou críticas em 2026 após camisas de seleções como República Tcheca e Marrocos rasgarem durante a Copa do Mundo.
A Puma aproveitou um lance ocorrido no clássico entre Bahia e Vitória para reforçar a imagem de durabilidade de seus uniformes. Durante a partida, jogadores do Vitória tentaram rasgar a camisa do atleta Jean Lucas, do Bahia, mas o tecido resistiu à tração. A empresa utilizou o episódio em suas redes sociais como uma resposta indireta aos problemas enfrentados durante a Copa do Mundo de 2026, quando peças de diversas seleções, como as de Marrocos, Gana e Paraguai, sofreram danos visíveis durante os jogos. Na ocasião, a marca alemã justificou que o desgaste era decorrente do estresse físico extremo do esporte de alto contato. O episódio no futebol brasileiro serviu como uma estratégia de marketing para reverter a percepção negativa sobre a qualidade de seus produtos após o torneio internacional.
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