A fabricante alemã atribui os danos nos uniformes ao design focado em leveza e alta performance, negando falhas na qualidade dos materiais.
A Puma se manifestou sobre os episódios de uniformes rasgados envolvendo cinco seleções patrocinadas durante a fase de grupos da Copa do Mundo 2026. Segundo a fabricante alemã, os danos não decorrem de falhas na qualidade, mas sim de uma escolha estratégica de design voltada para a alta performance. A empresa explicou que os materiais utilizados são ultraleves, projetados especificamente para oferecer maior liberdade de movimento e conforto aos jogadores. De acordo com a marca, testes internos confirmaram que seus uniformes possuem peso significativamente inferior ao de concorrentes diretos. Embora reconheça que o futebol é um esporte de intenso contato físico, capaz de submeter as peças a níveis extremos de estresse, a Puma reforçou que tais ocorrências não impactam o rendimento esportivo dos atletas durante as partidas.
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