Camisas de quatro seleções patrocinadas pela Puma apresentaram falhas de resistência e rasgaram durante jogos da fase de grupos do mundial.
Durante a fase de grupos da Copa do Mundo de 2026, uniformes produzidos pela Puma para quatro seleções apresentaram problemas de resistência, rasgando repetidamente em lances de disputa física. O incidente afetou os times da República Tcheca, Marrocos, Egito e Paraguai, obrigando atletas como Gustavo Gómez e Neil El Aynaoui a trocarem suas camisas no decorrer das partidas. A falha técnica recai sobre a tecnologia Ultraweave Thermoadapt, desenvolvida pela marca para priorizar a leveza dos tecidos, mas que falhou em suportar o desgaste natural do jogo. A Puma, que fornece material esportivo para 11 seleções no torneio, ainda não se manifestou sobre o ocorrido. O episódio gerou repercussão negativa imediata, trazendo à tona críticas sobre a durabilidade dos materiais esportivos de alta performance em competições de elite.
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