Indicadores de inflação e emprego definem rumos dos juros no Brasil e EUA
Dados econômicos cruciais nos EUA e no Brasil nesta semana devem balizar as próximas decisões de política monetária dos bancos centrais.
Pontos principais
- O IPCA-15 de agosto no Brasil tem projeção de deflação de 0,21%.
- Agenda brasileira inclui PNAD Contínua, Novo Caged e dados fiscais.
- EUA divulgam segunda estimativa do PIB, índice PCE e revisão do payroll.
- Balanço trimestral da Nvidia, previsto para quarta-feira, é foco do mercado.
O mercado financeiro volta suas atenções para uma bateria de indicadores econômicos que devem ditar o ritmo das decisões de juros no Brasil e nos Estados Unidos. No cenário doméstico, a expectativa para o IPCA-15 de agosto aponta para uma deflação de 0,21%, em um contexto que ainda contempla a divulgação da PNAD Contínua e do Novo Caged. Esses dados são fundamentais para que o Banco Central avalie a trajetória da inflação e a resiliência do mercado de trabalho nacional.
Simultaneamente, a economia americana enfrenta testes importantes com a segunda estimativa do PIB do segundo trimestre e a divulgação do PCE, índice de inflação preferido pelo Federal Reserve. Além dos indicadores macroeconômicos, o setor corporativo global observa com cautela o balanço trimestral da Nvidia, cujos resultados podem influenciar o sentimento de risco nos mercados acionários internacionais e as expectativas para a política monetária conduzida pelo governo Trump.
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