Seis em cada dez jovens preferem salários menores por menos estresse
Pesquisa da Fundação Itaú indica que a maioria dos jovens brasileiros entre 16 e 29 anos prioriza a saúde mental em detrimento de ganhos financeiros.
Pontos principais
- O levantamento ouviu 1.816 jovens brasileiros com idades entre 16 e 29 anos.
- Cerca de 60% dos entrevistados aceitariam uma remuneração inferior por um ambiente de trabalho menos pressionado.
- A preferência reflete uma mudança de comportamento na busca por equilíbrio entre vida pessoal e profissional.
Uma pesquisa realizada pela Fundação Itaú revelou que a saúde mental tornou-se um fator determinante para a geração mais jovem no mercado de trabalho brasileiro. O estudo, que consultou 1.816 pessoas entre 16 e 29 anos, aponta que seis em cada dez jovens estariam dispostos a aceitar salários menores em troca de um ambiente profissional menos estressante. Esse movimento indica uma mudança significativa nas prioridades da força de trabalho emergente, que passa a valorizar o bem-estar e o equilíbrio entre a vida pessoal e a carreira acima da maximização dos rendimentos financeiros. A tendência desafia empresas a repensarem suas culturas organizacionais e modelos de gestão para atrair e reter talentos, visto que a pressão excessiva tem se tornado um fator de desestímulo para os profissionais que ingressam no mercado atual.
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