Marisa enfrenta prejuízo de R$ 68,4 milhões no segundo trimestre de 2026
Varejista reporta prejuízo e alta na alavancagem financeira, mantendo Ricardo Goldfarb como controlador e Edson Garcia na presidência.
Pontos principais
- A Marisa registrou prejuízo líquido de R$ 68,4 milhões no segundo trimestre de 2026.
- A dívida líquida da companhia alcançou R$ 394,8 milhões, refletindo um aumento na alavancagem financeira.
- Ricardo Goldfarb permanece como acionista controlador e membro do Conselho de Administração.
- Edson Salles Abuchaim Garcia segue no comando como diretor-presidente e diretor de Relações com Investidores.
- A empresa obteve um crescimento de 13,1% nas vendas digitais e conseguiu reduzir despesas administrativas no período.
A rede de varejo Marisa atravessa um momento de pressão financeira, conforme revelado pelos resultados do segundo trimestre de 2026. A companhia reportou um prejuízo líquido de R$ 68,4 milhões, acompanhado por uma dívida líquida que atingiu R$ 394,8 milhões. Apesar do cenário de alavancagem elevada, a gestão, liderada pelo CEO Edson Salles Abuchaim Garcia sob a supervisão do acionista controlador Ricardo Goldfarb, busca eficiência operacional. Entre os pontos positivos do balanço, a varejista destacou um avanço de 13,1% nas vendas por canais digitais e uma redução nas despesas administrativas. A estrutura de governança, que também conta com nomes como Márcio Luiz Goldfarb no Conselho, enfrenta o desafio de equilibrar a reestruturação financeira com a manutenção da competitividade no setor de varejo brasileiro.
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