Augusto Cury defende parlamentarismo e cita Tarcísio como premiê
Candidato à presidência propõe transição para o parlamentarismo e aponta o governador de São Paulo como nome ideal para o cargo de primeiro-ministro.
Pontos principais
- Augusto Cury declarou que o sistema presidencialista brasileiro está esgotado.
- A proposta prevê a separação entre as funções de chefe de Estado e chefe de governo.
- O candidato sugeriu Tarcísio de Freitas como exemplo de perfil técnico para a gestão administrativa.
- A mudança visa aumentar o controle sobre o orçamento e a eficiência das emendas parlamentares.
- Cury manifestou intenção de articular um pacto nacional com nomes como Ronaldo Caiado e Romeu Zema.
O candidato à presidência Augusto Cury defendeu publicamente a transição do Brasil para o sistema parlamentarista, argumentando que o modelo presidencialista atual não atende mais às necessidades de governabilidade do país. Segundo Cury, a adoção do parlamentarismo permitiria uma separação clara entre as funções de chefe de Estado e chefe de governo, conferindo maior eficiência à gestão administrativa e ao controle orçamentário, incluindo a fiscalização de emendas parlamentares. No cenário desenhado pelo candidato, o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, foi citado como um exemplo de perfil técnico e gestor apto a exercer o cargo de primeiro-ministro. Além da reforma do sistema de governo, Cury indicou que pretende buscar um pacto nacional caso seja eleito, envolvendo figuras políticas como os governadores Ronaldo Caiado e Romeu Zema para compor sua estratégia de gestão.
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