Tifanny critica nova regra da CBV que restringe atletas trans no vôlei
A jogadora Tifanny classificou como retrocesso a nova política da CBV que veta atletas transgênero em competições femininas oficiais.
Pontos principais
- A Confederação Brasileira de Voleibol (CBV) exige agora a ausência do gene SRY para a participação em categorias femininas.
- A medida impacta torneios como a Superliga, Supercopa, Copa Brasil e o Circuito Brasileiro de vôlei de praia.
- Tifanny, primeira atleta trans na Superliga, afirmou que buscará medidas legais para contestar a decisão.
- A CBV justifica a mudança como um alinhamento às diretrizes do Comitê Olímpico Internacional e da Federação Internacional de Voleibol.
- O Campeonato Estadual de vôlei, sob gestão da Federação Paulista, manterá o regulamento original até o encerramento da temporada.
A Confederação Brasileira de Voleibol (CBV) implementou uma nova política de elegibilidade que restringe a participação de atletas transgênero em competições femininas, exigindo a ausência do gene SRY. A decisão, que afeta torneios de elite como a Superliga e a Copa Brasil, visa alinhar o esporte nacional às normas estabelecidas pelo Comitê Olímpico Internacional e pela Federação Internacional de Voleibol. A jogadora Tifanny, pioneira na modalidade, classificou a mudança como um retrocesso e declarou que pretende recorrer à Justiça para garantir seu direito de continuar atuando profissionalmente. Enquanto a regra entra em vigor nas competições nacionais, a Federação Paulista de Volleyball confirmou que o Campeonato Estadual seguirá o regulamento original até o fim da atual edição, mantendo a estabilidade para as atletas envolvidas no torneio regional.
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