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Preço do aluguel residencial sobe 5,97% em 2026 e supera a inflação

O Índice FipeZap aponta que a alta acumulada nos novos contratos de aluguel até julho é quase o dobro da inflação oficial medida pelo IPCA.

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Foto: InfoMoney
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14/08 às 16:45 · atualizado 17:03

Pontos principais

  • A valorização acumulada de 5,97% no ano supera o IPCA de 3,44% no mesmo período.
  • Em 12 meses, o preço médio dos aluguéis residenciais registrou alta de 9,28%.
  • O preço médio do metro quadrado para locação no país atingiu R$ 54,17 em julho.
  • Barueri lidera o ranking nacional de preços, com valor de R$ 72 por metro quadrado.
  • Apartamentos de dois dormitórios apresentam a maior pressão de alta nos contratos.

O mercado imobiliário brasileiro registrou, nos primeiros sete meses de 2026, uma valorização nos novos contratos de aluguel significativamente superior à inflação oficial. Segundo o Índice FipeZap, a alta acumulada de 5,97% no período superou o IPCA, que marcou 3,44%. O cenário reflete uma pressão contínua sobre os inquilinos, com a valorização em 12 meses atingindo 9,28%. Enquanto cidades como Barueri e São Paulo concentram os maiores valores nominais por metro quadrado, capitais como Aracaju lideram em termos de variação percentual anual. O retorno médio anual para proprietários, conhecido como rental yield, situou-se em 6,14%, mantendo-se abaixo de benchmarks de aplicações financeiras, embora Recife se destaque com um rendimento superior, de 8,47%. A disparidade entre as regiões e o perfil dos imóveis reforça a complexidade do mercado de locação atual.

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