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Indústria farmacêutica aposta em agonistas de orexina para o sono

A aprovação do oveporexton e investimentos bilionários marcam o avanço de novos tratamentos para distúrbios do sono baseados em orexinas.

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Foto: Época Negócios
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14/08 às 19:32

Pontos principais

  • A agência reguladora dos EUA aprovou o oveporexton, da Takeda, primeiro agonista de orexina para narcolepsia.
  • O medicamento atua no receptor OX2R, oferecendo uma regulação da vigília mais estável que os estimulantes tradicionais.
  • A Eli Lilly comprou a Centessa por até US$ 7,8 bilhões para expandir sua atuação no setor.
  • O Morgan Stanley estima que o mercado desses fármacos alcance US$ 16 bilhões anuais até 2035.
  • Estudos exploram o uso de orexinas no tratamento de depressão, TDAH e dependência química.

O setor farmacêutico vive uma nova onda de inovação voltada para a neurologia com o desenvolvimento de medicamentos baseados em orexinas. A recente aprovação do oveporexton, da Takeda, marca a entrada dos agonistas de orexina no mercado, oferecendo uma alternativa mais estável aos estimulantes convencionais ao atuar diretamente no receptor OX2R para regular o estado de vigília. A relevância desse avanço é evidenciada pelo movimento de grandes players, como a Eli Lilly, que comprou a Centessa em uma transação de até US$ 7,8 bilhões para fortalecer seu portfólio na área. Com projeções do Morgan Stanley indicando um mercado de US$ 16 bilhões até 2035, a classe de fármacos é vista como uma nova fronteira terapêutica, com pesquisas em curso para expandir suas aplicações ao tratamento de depressão, TDAH e dependência química.

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