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Marinheiros do USS Abraham Lincoln relatam crise de saúde mental

Tripulantes do porta-aviões enfrentam exaustão após 250 dias de missão estendida no Oriente Médio em meio ao conflito com o Irã.

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Foto: G1 Mundo
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13/08 às 12:02

Pontos principais

  • O destacamento do USS Abraham Lincoln superou a duração original de sete meses, atingindo 250 dias de operação contínua.
  • Relatos internos indicam tentativas de suicídio e condições precárias de vida, como falhas no encanamento e escassez de suprimentos.
  • O senador Richard Blumenthal solicitou explicações formais ao Departamento de Guerra sobre a gestão da missão.
  • Congressistas democratas pressionam o governo Trump por medidas imediatas para garantir o bem-estar da tripulação.

A tripulação do porta-aviões USS Abraham Lincoln enfrenta uma grave crise de saúde mental após um período recorde de 250 dias de destacamento no Oriente Médio. A missão, que deveria durar sete meses, foi prolongada devido à escalada das tensões militares entre os Estados Unidos e o Irã. Marinheiros relataram condições de vida degradantes a bordo, incluindo falhas crônicas na infraestrutura básica e falta de mantimentos, o que teria levado a episódios de tentativas de suicídio. A situação gerou uma reação imediata no Congresso, com o senador Richard Blumenthal exigindo esclarecimentos do Departamento de Guerra. Parlamentares democratas agora pressionam o governo Trump por uma revisão urgente das políticas de destacamento e por ações concretas para assegurar a saúde física e psicológica dos militares envolvidos na operação.

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