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Reforma tributária deve elevar competitividade, aponta sócio da EY

Especialista destaca que a reforma tributária atrairá investimentos no longo prazo, apesar dos desafios operacionais durante o período de transição.

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Foto: Times Brasil
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11/08 às 23:15

Pontos principais

  • O ano de 2026 é considerado crítico para a implementação operacional das novas regras tributárias.
  • A transição exigirá a convivência simultânea entre o sistema atual e o novo modelo, elevando a complexidade.
  • O setor varejista enfrenta desafios específicos na adaptação e gestão de caixa diante das mudanças.
  • O mecanismo de split payment demandará uma revisão profunda nas políticas de gestão financeira das empresas.
  • A padronização das regras visa reduzir distorções e aumentar a transparência da carga tributária ao consumidor.

A implementação da reforma tributária no Brasil promete impulsionar a competitividade e a atração de investimentos no longo prazo, segundo análise de Patrick Seixas, sócio da EY Brasil. O executivo ressalta que, embora o novo modelo busque eliminar distorções e conferir maior transparência ao consumidor final, o período de transição apresenta desafios significativos. A necessidade de operar simultaneamente com o sistema atual e as novas normas exigirá das empresas um planejamento rigoroso, especialmente no que tange à gestão financeira e ao novo mecanismo de split payment.

O setor varejista é identificado como um dos segmentos mais impactados pela complexidade operacional dessa fase de transição, que terá em 2026 um marco fundamental para a adaptação corporativa. A longo prazo, a expectativa é que a simplificação do arcabouço tributário favoreça a eficiência na alocação de capital, consolidando um ambiente de negócios mais previsível e atrativo para investidores nacionais e estrangeiros.

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