Reforma tributária deve elevar competitividade, aponta sócio da EY
Especialista destaca que a reforma tributária atrairá investimentos no longo prazo, apesar dos desafios operacionais durante o período de transição.
Pontos principais
- O ano de 2026 é considerado crítico para a implementação operacional das novas regras tributárias.
- A transição exigirá a convivência simultânea entre o sistema atual e o novo modelo, elevando a complexidade.
- O setor varejista enfrenta desafios específicos na adaptação e gestão de caixa diante das mudanças.
- O mecanismo de split payment demandará uma revisão profunda nas políticas de gestão financeira das empresas.
- A padronização das regras visa reduzir distorções e aumentar a transparência da carga tributária ao consumidor.
A implementação da reforma tributária no Brasil promete impulsionar a competitividade e a atração de investimentos no longo prazo, segundo análise de Patrick Seixas, sócio da EY Brasil. O executivo ressalta que, embora o novo modelo busque eliminar distorções e conferir maior transparência ao consumidor final, o período de transição apresenta desafios significativos. A necessidade de operar simultaneamente com o sistema atual e as novas normas exigirá das empresas um planejamento rigoroso, especialmente no que tange à gestão financeira e ao novo mecanismo de split payment.
O setor varejista é identificado como um dos segmentos mais impactados pela complexidade operacional dessa fase de transição, que terá em 2026 um marco fundamental para a adaptação corporativa. A longo prazo, a expectativa é que a simplificação do arcabouço tributário favoreça a eficiência na alocação de capital, consolidando um ambiente de negócios mais previsível e atrativo para investidores nacionais e estrangeiros.
Tópicos relacionados
Comentários
Carregando comentários...
