Pesquisa aponta que adolescentes brasileiros pedem mudanças na internet
Estudo do Instituto Alana revela que jovens reconhecem benefícios do ambiente digital, mas defendem maior controle e responsabilidade das plataformas.
Pontos principais
- A pesquisa 'Adolescência Sem Filtro' ouviu mais de 500 jovens entre 13 e 18 anos sobre sua relação com o mundo digital.
- 71% dos entrevistados defendem a permanência da internet, desde que acompanhada de melhorias e maior segurança.
- Metade dos jovens admite passar mais tempo online do que gostaria, com 69% abertos a buscar apoio para lidar com a dependência digital.
- 49% dos participantes apontam que as plataformas digitais possuem a responsabilidade principal por criar um ambiente mais saudável.
- O Instituto Alana lançou o Prêmio Criativos para incentivar projetos juvenis voltados a tornar a rede mais inclusiva e segura.
Uma pesquisa realizada pelo Instituto Alana, intitulada 'Adolescência Sem Filtro', revelou que os adolescentes brasileiros mantêm uma relação ambivalente com o ambiente digital. O levantamento, que ouviu mais de 500 jovens entre 13 e 18 anos, indica que, embora a maioria reconheça a importância da conectividade, há um forte desejo por mudanças estruturais. Cerca de 71% dos entrevistados defendem que a internet deve ser mantida, mas com melhorias significativas, enquanto quase metade dos jovens admite dificuldades em controlar o tempo de uso, relatando dependência do celular. Para mitigar os riscos, muitos já adotam práticas de autocuidado, como o bloqueio de conteúdos nocivos e pausas diárias. A iniciativa também promoveu o Prêmio Criativos, que busca engajar a juventude na criação de soluções para tornar o espaço online mais seguro e inclusivo para todos os usuários.
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