Firjan alerta que taxação de exportação de petróleo afasta investimentos
A entidade afirma que tributar o petróleo cru desestimula o capital estrangeiro e prejudica a competitividade do setor brasileiro.
Pontos principais
- A Firjan posicionou-se formalmente contra a taxação das exportações de petróleo cru.
- A medida é vista como um obstáculo para a atração de novos investimentos no setor de óleo e gás.
- O petróleo do pré-sal é considerado um ativo estratégico diante da alta demanda global.
- A entidade defende o foco no aumento da capacidade produtiva e na agregação de valor à cadeia nacional.
A Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan) manifestou preocupação com propostas de taxação sobre a exportação de petróleo cru brasileiro. Segundo a entidade, a implementação de novos tributos sobre o produto pode desestimular o fluxo de investimentos estrangeiros e prejudicar a competitividade do Brasil em um cenário de alta demanda energética global. Karine Fragoso, gerente da Firjan, ressaltou que o petróleo do pré-sal possui características técnicas que o tornam um ativo estratégico, sendo essencial para a balança comercial do país. Em vez de onerar as exportações, a federação defende que o governo priorize o aumento da capacidade produtiva e o desenvolvimento de estratégias para agregar valor à cadeia de petróleo e gás, fortalecendo a posição do Brasil como um player relevante no mercado internacional.
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