Ex-cabeleireira britânica relata danos à saúde por formaldeído
Louisa Curtis atribui problemas respiratórios e fadiga crônica à exposição prolongada a vapores de formaldeído em escovas progressivas.
Pontos principais
- Louisa Curtis afirma ter desenvolvido incapacidade laboral após anos manuseando produtos de alisamento capilar.
- A ex-cabeleireira sofre de dores crônicas e dificuldades de locomoção, sintomas associados por médicos à inalação de químicos.
- O formaldeído é proibido como ingrediente cosmético no Reino Unido e na União Europeia desde 2019.
- A Agência de Segurança da Saúde do Reino Unido ressalta que o uso correto de produtos dentro das normas não deve causar efeitos adversos.
A ex-cabeleireira britânica Louisa Curtis relatou graves problemas de saúde que, segundo ela, foram causados pela exposição prolongada ao formaldeído presente em produtos de escova progressiva. A profissional afirma que anos de inalação de vapores químicos durante o trabalho resultaram em danos ao seu sistema respiratório, fadiga crônica e dores que levaram à sua incapacidade laboral. O caso reacende o debate sobre os riscos ocupacionais enfrentados por profissionais do setor de beleza que lidam com substâncias voláteis.
Embora o formaldeído seja proibido como ingrediente cosmético no Reino Unido e na União Europeia desde 2019, o uso de conservantes liberadores da substância ainda exige rotulagem rigorosa. A Agência de Segurança da Saúde do Reino Unido mantém a posição de que a exposição a baixos níveis, quando os produtos são aplicados corretamente, não deve gerar efeitos adversos à saúde dos usuários ou profissionais.
