EUA sancionam adido militar de Cuba em Pequim por compras na China
Governo americano impôs sanções contra o adido militar cubano na China, acusando-o de facilitar a aquisição de equipamentos militares para Havana.
Pontos principais
- O Departamento do Tesouro dos EUA sancionou Waldo Perez Cortes, adido militar de Cuba em Pequim.
- A medida também atingiu outros cinco cidadãos cubanos e cinco entidades não especificadas.
- Washington acusa o oficial de intermediar a compra de tecnologia militar chinesa para as forças armadas de Cuba.
- A sanção reflete a estratégia de pressão contínua do governo Trump sobre o regime cubano.
O governo dos Estados Unidos anunciou a imposição de sanções contra o adido militar, naval e aéreo de Cuba em Pequim, Waldo Perez Cortes. A decisão, tomada pelo Departamento do Tesouro, também abrange outros cinco cidadãos cubanos e cinco entidades associadas. Segundo o Departamento de Estado, o grupo teria atuado diretamente na facilitação da compra de equipamentos e tecnologia militar chinesa para fortalecer as forças armadas de Cuba. Esta medida faz parte de um esforço diplomático e econômico mais amplo para restringir o acesso de Havana a recursos militares estrangeiros. A ação sublinha a postura rígida da administração do presidente Donald Trump em relação à cooperação militar entre Cuba e potências rivais, mantendo a pressão sobre o governo cubano em um cenário de crescente disputa geopolítica global.
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