CSN busca adesão para renegociar dívida de US$ 1,3 bilhão
A CSN tenta atingir o quórum de 70% para trocar títulos de dívida com vencimento em 2028 por novos papéis com prazo estendido até 2030.
Pontos principais
- A empresa propõe a troca de US$ 1,3 bilhão em títulos por novos papéis com cupom de 11%.
- A adesão atual está em 65%, abaixo do patamar de 70% exigido para a conclusão do acordo.
- Investidores exigem melhores condições financeiras devido à baixa atratividade da proposta.
- A companhia reportou prejuízo projetado de R$ 1,4 bilhão no primeiro semestre de 2025.
- A estratégia de desalavancagem inclui a venda de ativos, como a unidade de cimento.
A Companhia Siderúrgica Nacional (CSN) enfrenta dificuldades para concluir uma oferta de troca de títulos de dívida avaliada em US$ 1,3 bilhão. Com o prazo final estipulado para o dia 10 de agosto, a empresa ainda não alcançou o quórum de 70% necessário para validar a reestruturação, registrando atualmente uma adesão de 65%. Investidores têm pressionado por rendimentos mais altos, argumentando que a oferta atual, que prevê a troca de papéis com vencimento em 2028 por novos títulos para 2030 com cupom de 11%, não é suficientemente atrativa. O cenário é agravado pelo rebaixamento da nota de crédito pela agência Fitch e por um prejuízo projetado de R$ 1,4 bilhão no primeiro semestre. Para contornar a crise, a CSN aposta em um plano de desalavancagem que envolve a venda de ativos estratégicos, como sua unidade de cimento, visando reduzir o endividamento do grupo.
Tópicos relacionados
Comentários
Carregando comentários...
