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Mark Zuckerberg pede desculpas ao governo da Índia por falhas da Meta

O CEO da Meta pediu desculpas por problemas de moderação, incluindo a circulação de deepfakes e material de abuso infantil nas plataformas da empresa.

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Foto: Folha de São Paulo - Mercado
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05/08 às 12:32 · atualizado 06/08 às 07:45

Pontos principais

  • Mark Zuckerberg reuniu-se com autoridades indianas para tratar de falhas operacionais nas redes sociais da Meta.
  • A empresa foi cobrada pela disseminação de deepfakes e conteúdos de abuso sexual infantil.
  • A Meta admitiu um erro de moderação que restringiu indevidamente uma publicação do primeiro-ministro Narendra Modi.
  • O governo da Índia exige a remoção de conteúdos ilegais em até 3 horas sob novas regulamentações.
  • O chefe da Meta na Índia é alvo de um inquérito policial em Hyderabad sobre falhas em conteúdos gerados por IA.

O CEO da Meta, Mark Zuckerberg, formalizou um pedido de desculpas ao governo da Índia após uma série de críticas sobre a eficácia da moderação de conteúdo nas plataformas da companhia. O encontro entre executivos da empresa e autoridades indianas abordou problemas críticos, como a circulação de materiais de abuso sexual infantil e a proliferação de deepfakes. Além das questões de segurança, a Meta reconheceu falhas operacionais, incluindo um erro que restringiu indevidamente uma publicação oficial do primeiro-ministro Narendra Modi no Facebook. O episódio ocorre em um momento de crescente pressão regulatória global sobre as big techs. Na Índia, o cenário é agravado por uma legislação mais rígida que impõe prazos curtos, de até três horas, para a remoção de conteúdos considerados ilegais. A situação da empresa no país é monitorada de perto, com o chefe da operação local, Arun Srinivas, sendo alvo de um inquérito policial em Hyderabad para investigar falhas na moderação de conteúdos gerados por inteligência artificial. O pedido de desculpas reflete a tentativa da Meta de mitigar tensões com o governo indiano e evitar sanções mais severas em um de seus maiores mercados globais.

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