Companhias aéreas seguram repasse de custos após alta nas passagens
Setor aéreo absorve parte da inflação para evitar queda na demanda após aumento de 9% nos preços das passagens devido ao conflito no Irã.
Pontos principais
- Passagens aéreas registraram alta de 9% desde o início do conflito no Irã.
- Empresas aéreas optam por não repassar integralmente os custos operacionais aos consumidores.
- A estratégia visa mitigar a retração na demanda por viagens diante da pressão inflacionária.
- O setor enfrenta volatilidade nos preços do petróleo e incertezas geopolíticas globais.
A FecomercioSP aponta que as companhias aéreas brasileiras estão absorvendo parte dos custos operacionais para evitar um repasse integral aos consumidores. Mesmo com o aumento de 9% no valor das passagens registrado desde o início do conflito no Irã, o setor tem evitado reajustes maiores para não comprometer a demanda por viagens. Essa estratégia de contenção reflete a necessidade das empresas de equilibrar as contas diante da alta volatilidade do preço do petróleo e das tensões geopolíticas que impactam diretamente o custo do combustível de aviação. A medida busca manter a competitividade em um cenário de pressão inflacionária, onde o custo elevado das passagens poderia afastar passageiros e reduzir o volume de vendas no mercado doméstico.
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