A Azul ampliará cortes de frequências para mitigar o impacto da alta nos preços do querosene de aviação decorrente do conflito no Irã.
A Azul anunciou que intensificará o ajuste em sua capacidade operacional para enfrentar a escalada nos custos do querosene de aviação (QAV), impulsionada pela instabilidade geopolítica no Irã. Segundo o CEO John Rodgerson, a companhia realizará novos cortes de frequências de forma oportunista, tanto em rotas domésticas quanto internacionais, para mitigar a pressão sobre o caixa. A estratégia visa priorizar a eficiência operacional em seus principais hubs, como Campinas, Belo Horizonte e Recife, sem a necessidade de eliminar destinos da malha aérea.
Apesar do cenário desafiador para o setor aéreo brasileiro, a empresa reforça que sua posição financeira permanece sólida. A resiliência da operação é sustentada pela reestruturação de dívida concluída com sucesso em fevereiro de 2026, o que confere maior estabilidade à companhia frente à volatilidade dos preços dos combustíveis. A Azul mantém o compromisso de preservar sua presença nas cidades atendidas, ajustando apenas a frequência diária de voos para alinhar a oferta à demanda atual e aos custos operacionais vigentes.
InfoMoney • 6 jun, 16:32
Folha de São Paulo - Mercado • 6 jun, 16:14
G1 - Economia • 6 jun, 14:50
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