CPTM aponta descumprimento de efetivo mínimo durante greve
Sindicato mantém paralisação nas linhas 11, 12 e 13, operando abaixo dos 80% exigidos pela Justiça durante os horários de pico.
Pontos principais
- A CPTM afirma que apenas 67% do efetivo está operando, descumprindo a determinação judicial de 80%.
- A greve afeta as linhas 11-Coral, 12-Safira e 13-Jade, com paralisação total ou operação parcial.
- O sindicato reivindica a reestatização das linhas e garantias de emprego para 2.300 trabalhadores.
- O governo de São Paulo classificou a paralisação como inaceitável por utilizar a população como pressão política.
- Comércio na região do Brás relata prejuízos devido à queda no movimento de clientes e dificuldade de deslocamento.
A greve dos trabalhadores da CPTM nas linhas 11-Coral, 12-Safira e 13-Jade gerou um impasse sobre o cumprimento de ordens judiciais. Segundo a companhia, o sindicato mantém apenas 67% do efetivo em operação, descumprindo a decisão do Tribunal Regional do Trabalho (TRT) que exigia a manutenção de 80% dos funcionários nos horários de pico. A categoria pauta o movimento pela reestatização das linhas e pela estabilidade de 2.300 postos de trabalho. O governo estadual criticou a paralisação, afirmando que a medida prejudica a população como forma de pressão política. Para mitigar os impactos, o Metrô de São Paulo implementou planos de contingência, como a antecipação da abertura de estações. O setor comercial, especialmente na região do Brás, já contabiliza perdas financeiras devido à redução drástica na circulação de pessoas e funcionários.
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