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Uso de tanques flexíveis reduz custos logísticos entre China e Brasil

Tecnologia de tanques flexíveis em contêineres reduz em 40% o custo de transporte de insumos químicos entre a China e o Brasil.

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Foto: Época Negócios
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03/08 às 06:33

Pontos principais

  • A solução transforma contêineres convencionais em reservatórios, contornando a escassez de isotanques de aço.
  • A tecnologia elimina gastos com limpeza e reposicionamento de equipamentos, gerando economia de 40%.
  • O uso é restrito a produtos compatíveis com polietileno, como óleos e glicerina, excluindo inflamáveis.
  • A DHL busca alternativas para mitigar o impacto ambiental dos tanques, que são descartáveis.

O setor logístico tem adotado tanques flexíveis como uma alternativa eficiente para o transporte de insumos químicos entre a China e o Brasil. A solução permite que contêineres marítimos convencionais sejam convertidos em reservatórios para líquidos, contornando a escassez global de isotanques de aço e reduzindo despesas operacionais em cerca de 40%. Ao eliminar a necessidade de limpeza e reposicionamento de equipamentos, o modelo atende à crescente demanda comercial entre a China e a América Latina. Contudo, a aplicação é limitada a produtos compatíveis com polietileno, como óleos e glicerina, sendo proibida para combustíveis ou substâncias inflamáveis. Operadores como a DHL enfrentam agora o desafio de tornar a solução mais sustentável, uma vez que os tanques são descartáveis, e buscam integrar materiais reciclados em sua fabricação para alinhar a eficiência logística às metas ambientais.

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