Uso de tanques flexíveis reduz custos logísticos entre China e Brasil
Tecnologia de tanques flexíveis em contêineres reduz em 40% o custo de transporte de insumos químicos entre a China e o Brasil.
Pontos principais
- A solução transforma contêineres convencionais em reservatórios, contornando a escassez de isotanques de aço.
- A tecnologia elimina gastos com limpeza e reposicionamento de equipamentos, gerando economia de 40%.
- O uso é restrito a produtos compatíveis com polietileno, como óleos e glicerina, excluindo inflamáveis.
- A DHL busca alternativas para mitigar o impacto ambiental dos tanques, que são descartáveis.
O setor logístico tem adotado tanques flexíveis como uma alternativa eficiente para o transporte de insumos químicos entre a China e o Brasil. A solução permite que contêineres marítimos convencionais sejam convertidos em reservatórios para líquidos, contornando a escassez global de isotanques de aço e reduzindo despesas operacionais em cerca de 40%. Ao eliminar a necessidade de limpeza e reposicionamento de equipamentos, o modelo atende à crescente demanda comercial entre a China e a América Latina. Contudo, a aplicação é limitada a produtos compatíveis com polietileno, como óleos e glicerina, sendo proibida para combustíveis ou substâncias inflamáveis. Operadores como a DHL enfrentam agora o desafio de tornar a solução mais sustentável, uma vez que os tanques são descartáveis, e buscam integrar materiais reciclados em sua fabricação para alinhar a eficiência logística às metas ambientais.
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