Missão da União Europeia aborda petroleiro russo suspeito de burlar sanções
Operação da EUNAVFOR MED Irini inspecionou navio da 'frota paralela' russa que transportava petróleo entre Benin e Istambul.
Pontos principais
- A missão naval europeia Irini abordou o petroleiro Toa Payoh em operação de fiscalização.
- O navio é suspeito de integrar a 'frota paralela' russa criada para contornar sanções internacionais.
- A embarcação mudou recentemente seu registro para a bandeira de Camarões.
- A missão coletou documentação para embasar futuras ações legais, embora não tenha poder de apreensão.
A missão naval EUNAVFOR MED Irini, liderada pela Itália, realizou a abordagem do petroleiro Toa Payoh, suspeito de operar na chamada 'frota paralela' da Rússia para contornar sanções internacionais. O navio, que realizava o trajeto entre Benin e Istambul, teve seu registro sob a bandeira de Camarões verificado pelos oficiais europeus. Esta ação marca a segunda intervenção do tipo pela missão em menos de duas semanas, após a inspeção do MV South Star em julho. Embora a EUNAVFOR MED Irini não possua autoridade para apreender embarcações, a coleta de evidências e documentação técnica é fundamental para fortalecer o monitoramento das rotas marítimas russas e subsidiar eventuais sanções ou processos legais por parte das autoridades competentes da União Europeia contra o transporte ilícito de petróleo.
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