Moscou opera cerca de 1,3 mil navios sem regulação para exportar petróleo, financiar sua economia de guerra e monitorar infraestruturas da Otan.
A Rússia consolidou uma rede de cerca de 1,3 mil navios, conhecida como "frota fantasma", para contornar sanções econômicas ocidentais. Operando fora de normas internacionais, essas embarcações obsoletas permitem que Moscou financie sua economia de guerra através da exportação de petróleo. A prática, que agora integra navios "zumbis" também utilizados por Irã e Venezuela, levanta preocupações globais de segurança. Autoridades da Otan alertam que a frota serve como fachada para espionagem e sabotagem de infraestruturas críticas, como cabos submarinos na Europa Ocidental. Além da ameaça geopolítica, a ausência de seguros adequados nessas embarcações aumenta drasticamente o risco de desastres ambientais, forçando nações europeias a intensificar a vigilância e a interceptação de navios suspeitos em suas zonas marítimas para conter o fluxo de mercadorias proibidas.
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