A Marinha francesa interceptou o petroleiro russo Tagor em alto mar, sob a justificativa de violação de sanções internacionais. A operação, realizada com apoio do Reino Unido, foi defendida pelo presidente Emmanuel Macron como uma ação estritamente alinhada ao direito internacional e necessária para impedir que navios contornem restrições comerciais. O episódio ocorre em um momento de escalada diplomática após a queda de um drone russo em Galati, na Romênia, que deixou dois feridos. Em resposta, o governo romeno convocou o embaixador russo e avalia acionar o artigo 4.º do tratado da Otan para consultas de segurança. Enquanto o bloco europeu articula novas sanções, o presidente Vladimir Putin nega o envolvimento russo no ataque em solo romeno e exige a apresentação de evidências concretas pelas autoridades locais.
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