Justiça do Rio revoga prisão preventiva do rapper Oruam
Juíza desclassificou acusação de tentativa de homicídio para lesão corporal, permitindo que o artista responda ao processo em liberdade.
Pontos principais
- A juíza Tula Corrêa de Mello revogou a prisão preventiva por entender que a nova tipificação não justifica a medida cautelar.
- O caso envolve um episódio de julho de 2025, onde o rapper foi acusado de arremessar pedras contra policiais civis no bairro do Joá.
- O processo será transferido da 3ª Vara Criminal para uma vara criminal comum devido à mudança na natureza do crime.
- Oruam deverá cumprir medidas cautelares, como recolhimento noturno e proibição de frequentar o Complexo do Alemão.
A Justiça do Rio de Janeiro decidiu revogar a prisão preventiva do rapper Oruam, após desclassificar a acusação original de tentativa de homicídio para lesão corporal leve. A decisão, proferida pela juíza Tula Corrêa de Mello, baseia-se no entendimento de que os crimes remanescentes não sustentam a necessidade da manutenção da custódia cautelar. O processo é referente a um incidente ocorrido em julho de 2025, no bairro do Joá, quando o artista foi acusado de atacar policiais civis com pedras. Com a reclassificação, o caso deixa a 3ª Vara Criminal e segue para uma vara criminal comum. O rapper, contudo, permanece sujeito a medidas cautelares, incluindo o recolhimento noturno e a proibição de acesso ao Complexo do Alemão. Os demais denunciados no mesmo processo seguem sob as restrições impostas anteriormente.
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