Justiça ouve testemunha em processo sobre ataque a policiais na casa de Oruam
Audiência de instrução apura tentativa de homicídio contra agentes durante operação na residência do rapper, que permanece foragido.
Pontos principais
- A audiência de instrução e julgamento ouviu o depoimento de Thallys Gabriel de Azevedo, testemunha de defesa.
- Oruam segue com mandado de prisão preventiva em aberto e histórico de violações no uso de tornozeleira eletrônica.
- O Ministério Público acusa os réus de tentativa de homicídio contra policiais civis durante cumprimento de mandado no Joá.
- A defesa alegou que os agentes não teriam se identificado corretamente durante a abordagem inicial na residência.
A Justiça do Rio de Janeiro realizou uma audiência de instrução e julgamento referente ao caso de tentativa de homicídio contra policiais civis durante uma operação na casa do rapper Oruam, ocorrida em 2025. Durante a sessão presidida pela juíza Tula Côrrea de Mello, a testemunha de defesa Thallys Gabriel de Azevedo afirmou que os agentes não se identificaram no momento da abordagem. Os demais réus no processo optaram por permanecer em silêncio. O caso ganhou repercussão após a denúncia do Ministério Público, que aponta que os policiais foram agredidos com pedradas enquanto cumpriam um mandado de busca e apreensão no bairro do Joá. Oruam, que teve a prisão preventiva decretada e acumula violações no uso da tornozeleira eletrônica, continua foragido das autoridades.
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