China ameaça retaliar EUA após restrição a robôs humanoides
O governo chinês promete contramedidas contra empresas americanas após a FCC restringir a importação de robôs humanoides por riscos de segurança.
Pontos principais
- A FCC proibiu a importação de robôs humanoides e equipamentos robóticos estrangeiros alegando riscos à segurança cibernética.
- O Ministério do Comércio da China classificou a medida como prejudicial e ameaçou retaliar empresas dos Estados Unidos.
- Fabricantes chineses como Agibot, Unitree e UBTech são os principais afetados pela decisão americana.
- As ações da UBTech registraram queda superior a 6% na Bolsa de Hong Kong após o anúncio das tensões.
- O impasse ocorre em um momento de instabilidade diplomática antes de um possível encontro entre Trump e Xi Jinping.
O governo chinês anunciou que adotará contramedidas contra empresas americanas em resposta à decisão da FCC de restringir a importação de robôs humanoides e equipamentos robóticos avançados. A agência reguladora dos Estados Unidos justificou a medida citando preocupações com a segurança cibernética nacional, o que impacta diretamente líderes do setor na China, como Agibot, Unitree e UBTech. A retaliação chinesa intensifica a disputa tecnológica entre as duas potências, refletindo-se no mercado financeiro com a queda de mais de 6% nas ações da UBTech na Bolsa de Hong Kong. Este novo ponto de atrito surge em um cenário de tensões diplomáticas, complicando as negociações para um eventual encontro entre o presidente Donald Trump e o líder chinês Xi Jinping, previsto para setembro.
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