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Tereza Cristina admite possibilidade de ser vice de Flávio Bolsonaro

A senadora sinalizou disposição para compor a chapa presidencial de 2026, embora a formalização dependa de negociações internas no PP.

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Foto: G1 Política
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30/07 às 18:15 · atualizado 20:02

Pontos principais

  • A senadora Tereza Cristina (PP-MS) confirmou ter discutido a vaga de vice com o pré-candidato Flávio Bolsonaro (PL-RJ).
  • A parlamentar, que inicialmente resistia à ideia, passou a admitir a possibilidade de integrar a chapa.
  • A movimentação ocorre após pressões de aliados, incluindo o governador Tarcísio de Freitas e lideranças do agronegócio.
  • O Partido Progressista (PP) ainda mantém resistência formal à aliança com o PL para o pleito de 2026.
  • A decisão final sobre a composição depende de articulações conduzidas pelo presidente do PP, Ciro Nogueira.
  • Tereza Cristina é vista pelo PL como um nome estratégico para atrair o eleitorado feminino e o setor do agronegócio.
  • A senadora possui a vantagem tática de não precisar se desincompatibilizar do cargo atual para concorrer como vice.

A senadora Tereza Cristina (PP-MS) sinalizou pela primeira vez abertura para compor a chapa presidencial de Flávio Bolsonaro (PL-RJ) nas eleições de 2026. Após uma reunião realizada em Brasília, a parlamentar confirmou que o tema foi debatido, embora tenha ressaltado que não há uma definição concreta sobre a aliança. A mudança de postura da senadora ocorre em um cenário de intensas articulações políticas, impulsionada por pressões de aliados próximos à família Bolsonaro e representantes do agronegócio, que veem na parlamentar um nome capaz de ampliar o alcance eleitoral da chapa.

Apesar da sinalização positiva de Tereza Cristina, o Partido Progressista (PP) ainda demonstra cautela e resistência formal quanto a uma coligação com o PL. O desfecho das negociações permanece condicionado ao aval da legenda, sob a condução do presidente do partido, Ciro Nogueira. A viabilidade da chapa é considerada estratégica para o PL, que busca consolidar apoios de peso para a disputa presidencial, enquanto a senadora se mantém como a principal opção do partido para o posto, beneficiada pela ausência de necessidade de desincompatibilização do mandato atual.

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