Biometria facial em estádios impulsiona segurança e receitas no Brasil
A obrigatoriedade da biometria facial em arenas brasileiras combate fraudes, aumenta a segurança e expande o mercado da tecnologia na América Latina.
Pontos principais
- A Lei Geral do Esporte exige biometria facial em estádios com mais de 20 mil lugares desde 2025.
- A tecnologia reduziu a ação de cambistas e a falsificação de ingressos, elevando a receita dos clubes.
- A integração com a Muralha Paulista resultou na detenção de mais de 280 foragidos da Justiça.
- A empresa Bepass iniciou sua expansão internacional para Argentina, Chile e Colômbia.
A implementação da biometria facial em estádios brasileiros, impulsionada pela Lei Geral do Esporte, tornou-se um marco na gestão de arenas com capacidade superior a 20 mil lugares. A tecnologia tem sido fundamental para mitigar a atuação de cambistas e eliminar a falsificação de ingressos, resultando em um aumento direto na receita dos clubes. Além do impacto financeiro, o sistema promoveu um ambiente mais seguro, facilitando a identificação de foragidos da Justiça por meio da integração com a Muralha Paulista, com mais de 280 prisões registradas. O sucesso da iniciativa também reflete em uma maior presença de mulheres e crianças nos eventos esportivos. Diante dos resultados positivos, a Bepass, principal player do setor, iniciou um processo de internacionalização para países como Argentina, Chile e Colômbia, com planos de aplicar a tecnologia em pagamentos e gestão de outros grandes eventos.
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