Lula defende investimento em ciência para evitar conflitos com EUA e China
O presidente afirmou que o Brasil deve focar em tecnologia e educação para competir globalmente, descartando confrontos com as potências mundiais.
Pontos principais
- Lula declarou que o Brasil priorizará a ciência e a tecnologia em vez de disputas geopolíticas com Estados Unidos e China.
- O presidente destacou a importância estratégica da inteligência artificial e da exploração de minerais críticos para a economia nacional.
- O governo brasileiro recusou recentemente uma aliança proposta pelos EUA sobre minerais críticos para preservar a autonomia nacional.
- A Política Nacional de Minerais Críticos e Estratégicos segue em tramitação no Senado após ser aprovada pela Câmara.
Durante a 78ª Reunião Anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), no Rio de Janeiro, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva enfatizou que o Brasil não busca conflitos com as potências globais. Segundo o mandatário, o país deve concentrar esforços em pesquisa, educação e desenvolvimento tecnológico para garantir competitividade no cenário internacional. Lula ressaltou que a soberania nacional é prioridade, citando a recente decisão do governo de não aderir a uma aliança proposta pelos Estados Unidos sobre minerais críticos, visando manter a autonomia estratégica do país.
O debate ocorre em um momento em que a Política Nacional de Minerais Críticos e Estratégicos tramita no Senado. O governo federal aposta na inovação, especialmente em áreas como inteligência artificial, para fortalecer a posição do Brasil nas relações comerciais com Washington e Pequim, evitando o alinhamento automático em disputas geopolíticas.
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