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Lula desafia Marco Rubio e diz não temer apoio a Flávio Bolsonaro

O presidente Lula afirmou que o possível apoio do secretário de Estado americano a Flávio Bolsonaro não afetará sua campanha à reeleição em 2026.

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Foto: G1 Política
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20/07 às 20:45 · atualizado há 5h

Pontos principais

  • Lula declarou que Marco Rubio pode apoiar Flávio Bolsonaro livremente, garantindo que derrotará seus opositores nas urnas.
  • A fala ocorreu durante a convenção nacional do PDT, que oficializou o apoio da legenda à pré-candidatura de Lula.
  • O presidente classificou como 'traidores da pátria' os opositores que buscam sanções externas contra o Brasil.
  • O governo dos EUA anunciou recentemente tarifas de 25% sobre produtos brasileiros, com início previsto para 22 de julho.
  • Flávio Bolsonaro, que busca alianças com a federação União-PP, tem criticado a gestão petista e a política externa do governo.
  • Lula reforçou o convite para que observadores internacionais acompanhem o pleito brasileiro de 2026.

Durante a convenção nacional do PDT, que oficializou o apoio à sua pré-candidatura à reeleição, o presidente Lula minimizou a possibilidade de o secretário de Estado americano, Marco Rubio, apoiar o senador Flávio Bolsonaro. O petista afirmou que o eventual suporte externo não impactará o resultado das urnas e reiterou sua confiança na vitória, declarando que pretende encerrar a disputa já no primeiro turno. O tom do discurso marcou o início da intensificação da campanha eleitoral de 2026, com foco na defesa da soberania nacional.

O embate ocorre em um momento de tensão nas relações diplomáticas, marcado pelo anúncio de tarifas de 25% impostas pelos EUA a produtos brasileiros, como madeira, eletrônicos e açúcar. Lula aproveitou a ocasião para atacar opositores que, segundo ele, estariam articulando sanções contra o Brasil junto ao governo de Donald Trump, classificando-os como 'traidores da pátria'. Enquanto isso, Flávio Bolsonaro, que enfrenta desafios em negociações políticas devido a investigações, mantém críticas contundentes à gestão petista, acusando o governo de perseguição política e de falhas na segurança pública.

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