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Polícia do Paquistão prende nove pessoas por tráfico de placentas

Autoridades paquistanesas desmantelaram rede que desviava placentas de hospitais para a produção ilegal de insumos estéticos e antienvelhecimento.

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Foto: Época Negócios
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26/07 às 17:31 · atualizado há 26min

Pontos principais

  • A Agência Federal de Investigação do Paquistão prendeu nove suspeitos envolvidos no desvio e processamento de placentas humanas.
  • Operação em Islamabad resultou na apreensão de 500 kg de material biológico armazenado de forma clandestina.
  • O esquema envolvia a compra de placentas em hospitais para exportação como insumos de injeções estéticas.
  • O comércio de tecidos humanos é ilegal no país e pode resultar em penas de até 10 anos de prisão.
  • Especialistas alertam para graves riscos sanitários, incluindo a transmissão de doenças infecciosas pelo processamento sem higiene.

A Agência Federal de Investigação do Paquistão desmantelou uma rede criminosa dedicada ao tráfico de placentas humanas, resultando na prisão de nove pessoas. A operação revelou que o grupo coletava o material biológico em hospitais para processá-lo clandestinamente, visando a exportação como insumo para tratamentos estéticos e antienvelhecimento. Durante as diligências em Islamabad, as autoridades apreenderam 500 kg de placentas armazenadas sem qualquer controle sanitário, o que eleva os riscos de contaminação e transmissão de doenças infecciosas. O comércio de órgãos e tecidos humanos é estritamente proibido no Paquistão, com penas que podem chegar a 10 anos de reclusão. O caso expõe as vulnerabilidades na gestão de resíduos hospitalares e a falta de fiscalização sobre um mercado global que, embora movido por crenças em propriedades regenerativas, opera frequentemente à margem da lei e da biossegurança.

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