Nos Estados Unidos, a doação remunerada de plasma sanguíneo se tornou uma fonte de renda significativa, atraindo diversos perfis e movimentando bilhões de dólares anualmente.
A venda de plasma sanguíneo emergiu como uma fonte de renda complementar nos Estados Unidos, permitindo que indivíduos ganhem até US$ 3,1 mil por mês. Essa prática, que movimenta bilhões de dólares anualmente, supre uma demanda global por medicamentos e atrai um perfil diversificado de doadores, desde profissionais de tecnologia e professores até aposentados, que buscam equilibrar o custo de vida com seus rendimentos.
Os Estados Unidos se consolidaram como o principal fornecedor global de plasma, respondendo por aproximadamente 70% da coleta mundial e exportando US$ 6,2 bilhões em 2024. A expansão dos centros de coleta para bairros de classe média e alta tem contribuído para mudar o estigma associado à prática, que antes era vista como exclusiva de áreas mais pobres. Embora a doação seja considerada segura, a falta de estudos sobre seus efeitos a longo prazo em doadores frequentes levanta questões importantes.
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