Rede hoteleira Meliá encerra operações em Cuba após sanções dos EUA
A Meliá deixará de operar 34 hotéis em Cuba, citando a inviabilidade jurídica e operacional causada pelas novas sanções do governo Trump.
Pontos principais
- A rede espanhola Meliá encerrará suas atividades em 34 hotéis cubanos até o final desta semana.
- A decisão foi comunicada oficialmente ao regulador do mercado de ações da Espanha.
- A empresa justificou a saída pela impossibilidade de manter a estabilidade operacional sob as novas sanções dos EUA.
- A medida reflete o endurecimento da política econômica de Washington em relação à ilha caribenha.
A rede hoteleira espanhola Meliá anunciou o encerramento de todas as suas operações em Cuba, impactando 34 unidades hoteleiras que deverão cessar atividades até o final desta semana. A decisão, comunicada formalmente ao regulador do mercado de ações espanhol, ocorre em um cenário de crescente pressão econômica exercida pelo governo do presidente Donald Trump sobre a ilha. Segundo a companhia, as recentes sanções impostas por Washington tornaram a manutenção dos negócios inviável, tanto do ponto de vista prático quanto jurídico. O movimento destaca os desafios enfrentados por empresas estrangeiras que operam no mercado cubano diante da política externa norte-americana, que busca restringir fluxos financeiros e comerciais com o país. A saída da Meliá representa um golpe significativo para o setor de turismo cubano, que depende fortemente do investimento e da gestão de grupos internacionais para sustentar sua infraestrutura hoteleira.
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