China nega interferência eleitoral e Trump defende Save America Act
O governo chinês refutou acusações de Donald Trump, que segue pressionando pela aprovação de novas regras de segurança eleitoral nos Estados Unidos.
Pontos principais
- O governo da China classificou como 'pura fabricação' as alegações de Donald Trump sobre interferência em eleições americanas.
- O presidente Trump defende a aprovação do Save America Act, projeto que endurece as regras de identificação para votação.
- A proposta exige o envio periódico de registros eleitorais ao Departamento de Segurança Interna.
- O texto prevê sanções criminais para funcionários que registrarem eleitores sem comprovação de cidadania.
- Líderes do Partido Democrata rejeitaram as declarações de Trump, classificando-as como teorias conspiratórias.
O governo chinês refutou formalmente as recentes alegações do presidente Donald Trump sobre uma suposta interferência de Pequim nas eleições americanas, descrevendo as declarações como uma 'pura fabricação'. O embate ocorre em um momento em que a administração Trump intensifica esforços para reformar o sistema eleitoral do país por meio do projeto de lei Save America Act. A proposta busca implementar exigências mais rigorosas de identificação para votação e instituir o envio periódico de registros eleitorais ao Departamento de Segurança Interna. Além disso, o texto prevê sanções criminais para funcionários eleitorais que permitirem o registro de cidadãos sem a devida comprovação documental. A iniciativa enfrenta forte resistência de líderes do Partido Democrata, que criticam o discurso do presidente e classificam as medidas como infundadas e baseadas em teorias conspiratórias, gerando um novo ponto de tensão política em Washington.
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