Foto de Flávio Bolsonaro com miliciano ligado a Daniel Vorcaro circula
Senador nega conhecer Luiz Phillipi Machado de Moraes Mourão, miliciano apontado como chefe de segurança do banqueiro Daniel Vorcaro, após foto viralizar.
Pontos principais
- O portal ICL Notícias divulgou uma foto de 2022 que mostra o senador Flávio Bolsonaro ao lado de Luiz Phillipi Machado de Moraes Mourão.
- Mourão, conhecido como 'Sicário', era investigado pela Polícia Federal por liderar uma milícia privada a serviço do banqueiro Daniel Vorcaro.
- A assessoria de Flávio Bolsonaro negou qualquer vínculo com o indivíduo e sugeriu a possibilidade de manipulação por IA na imagem.
- Checagens de veículos de imprensa indicaram baixa probabilidade de manipulação digital na fotografia.
- Luiz Mourão faleceu em março de 2026 após uma tentativa de suicídio enquanto estava sob custódia da Polícia Federal.
Uma fotografia publicada pelo portal ICL Notícias nesta quarta-feira (15) mostra o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) ao lado de Luiz Phillipi Machado de Moraes Mourão, figura conhecida como 'Sicário'. Mourão era apontado pela Polícia Federal como o coordenador de uma milícia privada que operava sob ordens do banqueiro Daniel Vorcaro. O episódio ganha relevância por estar inserido no contexto de investigações mais amplas sobre as atividades do Banco Master e a relação entre o parlamentar e o empresário, que teria financiado um filme sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro. O indivíduo retratado na imagem faleceu em março de 2026, após atentar contra a própria vida enquanto estava detido sob custódia da Polícia Federal.
Em resposta à divulgação, a assessoria do senador Flávio Bolsonaro negou que ele conheça o homem na imagem, classificando a tentativa de vincular o parlamentar ao miliciano como irresponsável. O gabinete sugeriu que a foto poderia ser uma manipulação por inteligência artificial, embora análises técnicas realizadas por veículos de imprensa tenham apontado que a imagem não apresenta indícios de adulteração digital. O senador afirmou ainda que, caso a foto seja autêntica, trata-se apenas de um registro casual com um apoiador, sem qualquer relação pessoal ou profissional com o falecido investigado.
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