Forças dos EUA bombardeiam bases iranianas no Estreito de Ormuz
EUA negam ataques a alvos civis enquanto Irã relata baixas e ameaça interromper exportações de energia após bombardeios em sete cidades.
Pontos principais
- Ataques americanos atingiram instalações militares em sete cidades iranianas, visando proteger a navegação no Estreito de Ormuz.
- O Comando Central dos EUA negou ter atingido um silo de trigo em Hoveyzeh, classificando as alegações da mídia estatal iraniana como falsas.
- O governo do Irã reportou 35 mortes e 300 feridos, enquanto a Guarda Revolucionária ameaçou retaliar bloqueando exportações de energia.
- Os Estados Unidos mantêm um bloqueio naval aos portos iranianos, reportando o desvio de navios que tentaram romper o cerco.
As Forças Armadas dos Estados Unidos intensificaram operações aéreas contra instalações militares iranianas em sete cidades, com o objetivo declarado de neutralizar ameaças ao tráfego marítimo no Estreito de Ormuz. O Comando Central dos EUA (Centcom) refutou categoricamente relatos da mídia estatal iraniana sobre um suposto ataque a um silo de trigo em Hoveyzeh, reiterando que a ofensiva é restrita a alvos militares estratégicos para garantir a segurança da rota comercial de petróleo. A região, considerada um ponto de estrangulamento crítico para a economia global, permanece sob forte tensão militar sob a gestão do presidente Donald Trump. Em resposta aos bombardeios, o governo iraniano reportou ao menos 35 mortes e 300 feridos, elevando o tom da crise. A Guarda Revolucionária do Irã ameaçou interromper as exportações de energia da região como forma de retaliação. Paralelamente, os EUA mantêm um bloqueio naval rigoroso aos portos iranianos, tendo registrado o desvio de embarcações comerciais que tentaram furar o cerco imposto pelas forças norte-americanas.
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