Eduardo Girão critica bloqueio de comentários nas redes do Senado
Senador Eduardo Girão contesta restrição de interações nas redes sociais do Senado e cobra sanção de projeto sobre bem-estar animal.
Pontos principais
- Eduardo Girão classificou o bloqueio de comentários nas redes sociais do Senado como uma medida antidemocrática.
- A Secretaria de Comunicação Social (Secom) justificou a restrição pela dificuldade de moderar o alto volume de mensagens político-eleitorais.
- O parlamentar solicitou esclarecimentos oficiais à Secom sobre os critérios utilizados para a desativação das interações.
- Girão defendeu a sanção do PL 90/2020, que proíbe a produção de foie gras no Brasil por considerar a prática de 'gavage' um sofrimento animal.
O senador Eduardo Girão manifestou forte descontentamento com a decisão do Senado de desativar a seção de comentários em suas redes sociais. O parlamentar classificou a medida como antidemocrática e solicitou explicações formais à Secretaria de Comunicação Social (Secom). Em resposta, a Secom argumentou que a restrição é temporária e necessária para gerenciar o elevado fluxo de mensagens de cunho político-eleitoral, que dificultam a moderação do conteúdo. Além da questão sobre a transparência digital, Girão aproveitou o espaço para pressionar pela sanção do PL 90/2020, de sua autoria. O projeto visa proibir a produção de foie gras no país, alegando que o método de alimentação forçada, conhecido como 'gavage', impõe sofrimento injustificável aos animais. O senador reforçou que a pauta é uma prioridade em sua agenda legislativa.
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